‘Ladrão da madrugada’ é preso na Floresta após denúncias em grupo de moradores pelo WhatsApp

‘Ladrão da madrugada’ é preso na Floresta após denúncias em grupo de moradores pelo WhatsApp

Um grupo de WhatsApp de moradores do bairro, formado com o intuito de criar uma rede de vizinhos protegidos, conseguiu ajudar a Polícia Militar a prender um homem, de 40 anos, suspeito de vários furtos na Floresta e Colégio Batista.

O alerta do grupo de moradores pela rede social já vinha acontecendo há dias, com membros alertando sobre os crimes cometidos pelo “ladrão da madrugada”.

Ainda de acordo com a PM, depois de o empresário se recusar a fazer o serviço, o suspeito ainda tentou sem sucesso ajuda em outro comércio e, como não conseguiu, foi embora carregando o veículo, quando foi abordado e preso.

Segundo a Polícia Militar, o homem foi preso com uma bicicleta e uma escada supostamente roubadas, após a corporação ser alertada pelo grupo no WhatsApp. A denúncia foi de um comerciante, que informou aos militares que o suspeito havia pedido ajuda para arrombar o cadeado da bicicleta.

Imagens no grupo levaram à prisão

Imagens do suspeito registradas em circuitos de segurança de locais onde ele teria tentado invadir e assaltar haviam circulado pelo grupo de moradores da Floresta e região. O comerciante que sofreu a abordagem após o furto da bicicleta reconheceu o homem pelas fotos espalhadas pelo grupo e informou à polícia pelo próprio Whatsapp.

Aos policiais, o suspeito disse que havia comprado os produtos de uma pessoa que tinha roubado o material e que pagou R$ 40 por tudo. Apesar de receptar o conteúdo, ele afirmou não ter participação no crime. Com a confissão, ele já foi preso por furto e receptação.

Ajuda da população

Desde a última semana, por meio de um grupo de WhatsApp, moradores do bairro Floresta alertavam sobre os crimes cometidos pelo homem. “Pessoal, cuidado ao andar pelo bairro Floresta porque tem um morador de rua assaltando com arma branca e muito violento”, diz trecho da mensagem.

Os internautas alertaram ainda que, embora também atuasse durante o dia, os crimes eram cometidos, na maioria das vezes, ao longo da madrugada.

Em Minas Gerais, segundo a PM, já existem mais de 1.000 grupos de redes de vizinhos protegidos, que podem ser organizados pelos moradores das comunidades com apoio dos policiais que fazem o policiamento nas regiões. Para isso, basta procurar a companhia responsável pela comunidade. A lista de comunidades está disponível no site da PMMG.



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