Personagem do mês: Uma vida de solidariedade

Personagem do mês: Uma vida de solidariedade

Como acontece todo mês, o JF retrata uma pessoa do bairro que se destaca por ações no campo social, das artes, do esporte e outras áreas importantes na vida em sociedade. Este mês, nossa personagem é Neiva Fonseca Ladeira, moradora da rua Baturité, e que, aos 90 anos, esbanja vitalidade e alegria em atuar no campo da solidariedade e da arte musical. Ela é uma pessoa que está sempre disposta a ajudar o próximo. “Aprendi a prática da solidariedade com minha mãe e, desde adolescente, ajudo em trabalhos sociais na Igreja, através de entidades como a Sociedade São Vicente de Paulo”, conta.

Dona Neiva trabalhou na Rede Ferroviária Federal e, depois de aposentada, ela e o marido Wander, falecido há dois anos, aumentaram a participação no trabalho social. “Sinto muita saudade do meu marido, com quem vivi 57 anos muito felizes, pois éramos o que se diz alma gêmea. Por isso, dedico esta entrevista e a matéria do jornal a ele, que também tinha a solidariedade como grande meta de vida”, destaca.

SOCIAL E ARTE

As ações em prol de ajuda ao próximo fazem parte da rotina de dona Neiva desde a adolescência, quando ajudava na distribuição de cestas básicas. Na Rede Ferroviária Federal participava de ações sociais, como a distribuição de material para as pessoas carentes em épocas como Natal. Junto com o marido Wander ajudava a recolher e distribuir medicamentos e material escolar para famílias cadastradas na Sociedade São Vicente de Paulo.

Agora, viúva, dona Neiva continua o trabalho social com o mesmo dinamismo e empenho. Porque, para ela, ajudar o outro dá sentido à sua vida. “Precisamos nos doar e a solidariedade é fundamental no mundo, onde muitas pessoas andam carentes não apenas no campo material, mas também no afetivo. Não gosto de ver ninguém triste e procuro também levar carinho, afeto e atenção para as pessoas”.

Além do social, dona Neiva gosta de se dedicar à arte e, por isso, fez mais de 20 cursos no campo artístico no Sesi e, depois que se aposentou, estudou teclado. “Toco só em casa, para minha satisfação, porque vejo a arte como um alimento para a alma e ela me faz sentir muito bem”, destaca.

Finalizando dona Neiva disse que ama atuar no campo social, em cultivar a música e morar no bairro Floresta. “Gosto tanto daqui, que se vou a um outro local da cidade, quando retorno ganho novo ânimo, porque sei que estou voltando para a Floresta, para o meu lugar”, completa.



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1 comentário

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  1. Mello
    Mello 27 julho, 2016 , 20:27

    Oi boa tarde estamos fazendo um movimento pra revendicar a Volta pra Escola Barão de Macaubas na Floresta.

    Responder este comentário

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